Interligados, vários fatores contribuem para que a carreira de engenheiro esteja entre as mais promissoras no Brasil neste início de século XXI, e sem sinais de entrar em decadência. A demanda por profissionais qualificados nessa área cresce na mesma proporção que a nossa economia em plena ascensão.

Mas mesmo com esses e até outros incentivos, como bons salários e baixa taxa de desemprego, o país vive uma preocupante escassez de engenheiros em todos os setores responsáveis por engrenar nosso crescimento.

Segundo dados do Conselho Nacional da Indústria (CNI), pelo menos 32 mil engenheiros saem das universidades brasileiras todos os anos. Especialistas atestam que para acompanhar o ritmo de desenvolvimento do Brasil, o ideal seria que pelo menos 70 mil novos profissionais deveriam entrar no mercado a cada ano. A pergunta é: como o país chegou a esse déficit?

Talvez uma das principais justificativas esteja na crença de que a formação em engenharia é difícil, por envolver as mais complicadas disciplinas na concepção da maioria dos estudantes, como matemática e física.

As habilitações também costumam ser extensas – em média, cinco anos – e exigem dedicação quase que exclusiva do estudante, o que também contribui para a grande evasão nos cursos, superior a 50% conforme a CNI. Mas quem consegue terminar o curso se depara com um mercado sedento por seus serviços.

Por esses e outros motivos, investir na carreira de engenheiro, em qualquer uma de suas áreas de atuação, pode render bons frutos desde os primeiros anos de graduação, já que se tornou prática de grandes organizações recrutar profissionais ainda na faculdade.

Foi pensando nesse mercado em plena ascensão que a A3 preparou uma série de posts com detalhes das principais habilitações de engenharia, suas áreas de atuação, o reconhecimento financeiro, onde estudar, além do perfil ideal para alcançar sucesso na profissão. Aguarde!

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