Alavanque a sua Carreira!

Sem Comentários

Você já parou para pensar em seus valores?

Sem Comentários

Comunicação Autêntica

Sem Comentários

“O líder autêntico une as pessoas ao redor de um propósito compartilhado e lhes dá autonomia para assumir responsabilidades, liderar de forma autêntica e assim gerar valor a todos.”

Bill George, 2012

“Em 5 de agosto de 2010, 33 mineiros ficaram presos a 622 metros da superfície, na mina San José, no deserto do Atacama, no Chile. Para muitos analistas, era um caso perdido, opinião secretamente compartilhada por alguns dos trabalhadores. Durante pelo menos 17 dias, a equipe não teve qualquer contato com o mundo exterior. Faltava água e comida. O ar era pesado e a temperatura mantinha-se acima dos 32 graus. Em meio a toda essas dificuldades, entretanto, emergiu a liderança do topógrafo Luis Urzúa Iribarren, um contramestre de 54 anos que se converteu na referência do grupo. Logo de início, Urzúa decidiu que as pessoas precisavam se sentir úteis e vivas, e assim distribuiu tarefas a cada um dos 32 companheiros. Do ponto de vista prático, Urzúa mostrou-se também um excelente gerente técnico, estabelecendo medidas para o racionamento de água e comida. Nos primeiros 17 dias, determinou que a cada 48 horas, cada um ingeriria dois pedaços de atum enlatado e meia xícara de leite. Além disso, estipulou um rígido controle sobre a distribuição de biscoitos e pêssegos em conserva. Louco por futebol e organizador de peladas, Urzúa não dava mole para organização do refúgio. No entanto, sabia a hora de gerar distração e entretenimento para o grupo, organizando, por exemplo, torneios de dominó. Segundo os especialistas, essa atitude gerou confiança nos mineiros e foi fundamental para que alimentassem a esperança naqueles dias de silêncio e escuridão. Urzúa nunca demonstrou medo e foi o último mineiro a deixar a mina, 69 dias depois do desmoronamento, a bordo da cápsula Fênix. O episódio gerará ainda inúmeros debates sobre a segurança nas minas, sobre estratégias de resgate e sobre os limites da resistência humana. Pelo que se sabe, já virou tema de um videogame e deve inspirar um filme no estilo “Os sobreviventes dos Andes” (Portal HSM).”
A história real suscita um debate: de que forma essa experiência pode agregar conhecimento à nossa prática de liderança?

Que o líder competente inspira pessoas comuns para atingir objetivos incomuns, não é nenhuma novidade. O que nem todos sabem é que para isso precisamos ser autêntico.

As empresas são assim reconhecidas por gerar VALOR aos envolvidos (colaboradores, pares, acionistas…), portanto faz-se necessário sermos líderes mais eficazes de nossa própria vida, inspirando também pelo exemplo, e não apenas pelo discurso.

Urzúa é um exemplo prático da autenticidade de um líder, e isso não se refere apenas a capacidade técnica que ele possuía. Trata-se de um conjunto de atitudes, posturas, e de algo intangível, mas bastante diferenciador em sua competência de liderança.  Para ser um líder autêntico, precisamos ter uma clara percepção dos nossos valores, objetivos, competências, pontos fortes e fracos, necessidades e impulsos, sabendo inclusive o efeito que nossas ações têm sobre as outras pessoas e sobre o nosso desempenho. A autenticidade de Urzúa foi transmitida em sua capacidade de se comunicar com pessoas de idades e perfis diferentes, gerando de tal forma, confiança e esperança, o que conduziu 33 mineiros, mesmo encontrados em uma zona de risco, à ação de racionamento, limpeza e diversão.

E você? Como tem sido sua prática de comunicação autêntica? Quais resultados foram alcançados? Como você tem alavancado a equipe com essa prática?

Em “O ambiente de trabalho de 2020”, livro de Jeane Meister e Karie Willyerd, discute-se que o ambiente de trabalho do futuro tem sido construído nos dias de hoje com a globalização, a introdução de novos métodos de trabalho, o uso de tecnologias emergentes e as mudanças demográficas na mão de obra, influenciando nas contratações e na forma como o trabalho será realizado.

Todos os fatores principais que virão a definir o ambiente de trabalho do ano de 2020 já estão em jogo. Os futuros “novos” colaboradores (Geração Y), chamados de geração 2020, estão atualmente no meio do ensino fundamental, as tecnologias estão em fase de desenvolvimento, e as grandes economias emergentes estão rapidamente se tornando as principais forças mundiais.

Nesse contexto, o futuro ambiente de trabalho deve incorporar a conexão dos funcionários pelos métodos avançados de comunicação, a fim de gerar valor e criar uma marca com a qual os funcionários se identifiquem. No caso chileno, pelo menos 13 mineiros faziam parte dessa Geração Y, o que pode explicar, por exemplo, o envio de videogames e DVDs para a área de confinamento. Entre os técnicos das equipes de resgate, do lado de fora, muitos também faziam parte desse grupo especial, e não se assustaram com o desafio de enviar uma “sonda” para dentro da Terra (HSM, 2010).

Para integrar essa geração em nosso dia a dia, os líderes, por sua vez, precisarão colaborar com a equipe, harmonizar discursos e ações, customizar a prática de acordo com suas necessidades, transformar os métodos tradicionais de trabalho, bem como se conectar com o mundo através da mídia social. Enfatiza-se assim a autenticidade para promover consistência e confiança no ambiente de trabalho. Para Jeane Meister e Karie Willyerd, o líder autêntico, que efetivamente engaja os funcionários, precisará:

  • Tomar decisões de forma inclusiva e solicitar feedbacks de suas ações.
  • Orientar a carreira e proporcionar oportunidades de aprendizagem a sua equipe, bem como fornecer feedback honesto.
  • Ser capaz de falar a linguagem digital da geração mais nova de colaboradores.
  • Desenvolver habilidades que permitam abordar o futuro através de confiança e inovação.

Atentar-se para a forma como a próxima geração vem sendo constituída e estabelecer com ela uma comunicação autêntica é o nosso desafio!

O profissionalismo no século XXI

Sem Comentários

Ser profissional nos dias de hoje é similar uma série de atitudes, habilidades e competências para ser um diferencial no mercado.

Se na Idade Média o profissionalismo era uma qualidade ainda relacionada à maestria de realizar com perfeição o ofício que se levou anos para aprender, a modernidade tratou de adicionar outros valores a esse conceito.

Além de se preparar para exercer um cargo com todo o conhecimento técnico necessário – e sempre estar atento às novidades que surgem todos os dias -, ser reconhecido como profissional requer investimentos em habilidades e atitudes que podem não fazer parte das grades curriculares de cursos técnicos ou superiores. Continuar lendo

Como desenvolver a liderança?

Sem Comentários

Dando início à série especial “O que você precisa fazer para que o mercado aprecie suas competências?”, a diretora da A3 Gestão de Pessoas, Alessandra Luzine, fala sobre a importância da liderança para o bom desempenho de qualquer empresa que deseja manter um alto nível de competitividade.

Mais do que vontade ou capacidade técnica, Luzine ressalta que para ser um bom líder é necessário ir além da capacidade técnica para assumir um cargo. “As empresas precisam de figuras que nos estimulam a acreditar na nossa capacidade diária de transformação e desenvolvimento”, destaca.

Confira abaixo a entrevista completa com a diretora da A3 com caminhos sobre como desenvolver a liderança: