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Redes sociais x produtividade

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Elas realmente tomaram cor e forma no mundo corporativo. As redes sociais fazem parte do cotidiano de pequenas, médias e grandes empresas como ferramentas de relacionamento com colaboradores, além de agregar valor às estratégias de marketing.

Entre os profissionais, ter perfis ativos em redes sociais tem se tornado uma prática cada vez mais adotada para networking e troca de conhecimentos. Às vezes, no entanto, elas acabam tomando tanto tempo do colaborador que coloca em risco sua produtividade no trabalho.

Para a maioria, são só alguns minutinhos gastos para marcar presença no Twitter ou Facebook. A conta pode ser paga no fim do dia, quando o colaborador percebe que aqueles minutinhos atrasaram toda uma demanda de tarefas.

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A pressa é inimiga da produtividade

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Freud já examinava os efeitos da pressa no início do século XX. O que o estudioso denominava como neurose da ansiedade, a Associação Brasileira de Psiquiatria chama atualmente de transtorno da ansiedade generalizada. No meio corporativo, o distúrbio é conhecido como síndrome da pressa.

Identificada entre colaboradores que assumem muitas tarefas e compromissos, e vivem sob a pressão do cumprimento de metas, a síndrome da pressa pode levar a problemas de saúde graves, como estresse, risco de infarto, depressão, gastrites, úlceras, além de ser um fator negativo nas relações interpessoais.

No trabalho, os apressadinhos podem causar muitos transtornos, pois quem é pressionado também costuma pressionar. Os riscos desse comportamento desregrado afetam diretamente a produtividade da equipe e pode comprometer até mesmo a lucratividade do negócio. Continuar lendo

O bom chefe é líder

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Caro leitor, você já ter ouvido falar ou mesmo brincado de “siga o mestre”. É aquele velho jogo de imitar as ações de quem está à frente do grupo. Pois é, a mesma dinâmica se repete no ambiente empresarial. Simples: é o chefe o espelho de conduta de toda a equipe, afinal o cargo é tido como símbolo de sucesso e se ele está no topo, tem algo especial para oferecer.

Por esses e outros fatores, ocupar um cargo de chefia requer do profissional mais que delegar funções e cobrar metas. Os resultados só serão eficazes se o negócio for comandado por alguém capaz de controlar os seus subordinados e, principalmente, inspirá-los a crescer.

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Pequenas empresas, grandes recompensas

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Na maioria das vezes, todo profissional que almeja uma carreira estável relaciona o sucesso a grandes organizações. Mas as pequenas e médias empresas também podem contribuir para o crescimento tanto técnico como em termos de habilidades e competências.

Os pequenos e médios empresários geralmente contam com uma equipe reduzida para manter o negócio. Consequentemente, cada membro dela acumula mais de uma função. A situação é favorável para entender o negócio como um todo e, com isso, aprimorar conhecimentos técnicos e competências como flexibilidade, versatilidade e trabalho em equipe. Continuar lendo

O que as empresas valorizam?

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A conquista do sucesso profissional nos tempos de hoje vai além das experiências de mercado.

Se você é daqueles que acreditam na força de um bom currículo para se sobressair em uma seleção de emprego, está na hora de rever seus conceitos. Como já dissemos aqui, o documento é sim importante durante esse processo, mas está longe de ser o único meio que as empresas utilizam para eleger o perfil ideal para uma função. Continuar lendo

Como prevenir doenças ocupacionais em seus colaboradores?

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O Diário A3 trouxe em seu último post uma entrevista com o psicólogo e professor da UFG, Emílio Facas, que dedica seus estudos para entender melhor como as doenças ocupacionais se desenvolvem na atualidade.

Na primeira parte da entrevista, o pesquisador falou ao blog sobre como as empresas tratam a questão atualmente. Emílio explica agora como conceitos teóricos podem ser aplicados no dia a dia das empresas para prevenir doenças ocasionadas pelo trabalho.

Emílio aponta dois caminhos para que os colaboradores atinjam resultados satisfatórios sem que isso comprometa sua saúde física ou mental. Para ele, os gestores devem oferecer condições para que a equipe realize sua função, mesmo que isso demande mudanças nas normas da empresa, além de criar mecanismos de reconhecimento independentes da produtividade.

No vídeo abaixo, o professor explica em detalhes como colocar em prática esses dois preceitos e garantir a harmonia entre trabalho e resultado.

Mais alguma dúvida? Estamos prontos para lhe atender!

Doenças do trabalho: o panorama atual

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De acordo com os dados Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgados recentemente, a cada 15 minutos uma pessoa morre por doença relacionadas ao trabalho, seja física ou psicológica. Uma constatação alarmante, que coloca em cheque as medidas adotadas atualmente por organizações e empresas para proporcionar, além de um rendimento satisfatório, o bem-estar de seus colaboradores em ambiente de trabalho.

Há 10 anos, o psicólogo e professor da UFG Emílio Facas direciona seus estudos para entender como as doenças ocupacionais se desenvolvem e o que precisa ser feito para que o trabalho não acarrete problemas de saúde. Para o pesquisador, as empresas devem entender como o colaborador vivencia o trabalho em termos de condições físicas e mentais.

Em entrevista ao Diário A3, Emílio ressalta que a atenção de gestores às doenças ocupacionais é recente, mas ainda é baseada no que ele chama de caráter assistencialista. “As empresas esperam o funcionário adoecer para tomar providências, sem entender o que realmente ocasionou o problema”, esclarece.

No vídeo abaixo, o professor explica por que as empresas devem se atentar para o assunto a fim de aliar bons resultados à qualidade de vida de sua equipe.

Esse assunto será bastante discutido no II Congresso Brasileiro de Psicodinâmica e Clínica do Trabalho, que será realizado nos dias 6 a 8 de julho, em Brasília. Mais informações no site http://www.congressopsicodinamica.com.br.

Mas como mudar esse panorama? É o que você vai conferir em nosso próximo post. Aguarde!

Use as redes sociais a seu favor

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A ascensão das redes sociais mudou drástica e rapidamente as relações interpessoais e, consequentemente, a maneira como organizações e empresas se apresentam e se comunicam com a sociedade.

Se no início portais como Twitter ou Facebook eram vistos como ferramentas virtuais de relacionamento com os amigos, atualmente eles são parte quase obrigatória de estratégias de comunicação e marketing tanto pessoal como empresarial.

E expor opiniões e crenças nas redes sociais requer cautela, pois um passo errado pode colocar em risco a boa imagem profissional ou corporativa que se levou anos para construir.
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Trabalho sob medida

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Tudo em excesso na vida faz mal. O mesmo pode-se dizer do trabalho. Num mercado regido pela competitividade e busca incessante pelo sucesso, não é difícil encontrar profissionais que se dedicam por completo à carreira, deixando de lado as relações pessoais, o lazer, dentre tantas outras coisas que fazem bem para a saúde e o bem-estar de todo o ser humano. Continuar lendo

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